Quanto custa, de verdade, uma entrega que dá errado?
O frete barato aparece na fatura. O custo da entrega que quebrou, atrasou ou sumiu não aparece em lugar nenhum. Ele vira reenvio, desconto, cliente irritado e tempo da sua equipe apagando incêndio. Esta calculadora coloca esse número na mesa.
Ajuste com os números da sua operação
Os valores iniciais são só um ponto de partida. Troque pelos seus para a conta valer alguma coisa.
R$ 450,00 de mercadoria mais R$ 30,00 para refazer dá R$ 480,00 por ocorrência. Aplicando a nossa taxa de referência sobre 100 entregas por mês, o prejuízo estimado é R$ 1.440,00 por mês, o equivalente a R$ 14,40 diluído em cada entrega.
O cálculo aplica uma taxa de ocorrência de referência da DudaExpress, apurada na nossa operação em São Paulo, sobre os valores que você informar. Por isso ela não é editável. A estimativa é ilustrativa e o resultado real varia conforme o tipo de carga, a região e quem faz a entrega.
De onde vem cada centavo dessa conta
A mercadoria perdida
Garrafa quebrada, eletrônico amassado, documento molhado. Você paga o produto de novo e ainda perde a margem daquela venda. É o item mais pesado da conta e o mais fácil de esquecer.
Refazer a entrega
Nova coleta, nova embalagem, nova corrida, mais o tempo de alguém da sua equipe organizando tudo isso. Uma entrega que dá errado custa, no mínimo, duas entregas.
O que a conta não mede
Cliente que não volta, avaliação ruim, indicação que deixa de acontecer. Deixamos de fora de propósito, porque não dá para estimar isso com honestidade. Saiba apenas que o número real é maior que o da tela.
A variável que mais mexe no resultado
Não é o valor da mercadoria. É o percentual de entregas com problema. Dobrar esse percentual dobra o prejuízo, enquanto mudanças no valor do produto têm efeito proporcionalmente menor. E esse percentual depende menos de sorte do que de três coisas concretas: quem transporta, em que a carga viaja e quem responde quando algo dá errado.
Em aplicativos de entrega por demanda, o entregador muda a cada corrida, a carga viaja em mochila térmica projetada para comida e o suporte é automatizado. Numa operação com frota própria, o entregador é sempre o mesmo time, a carga vai em baú rígido de 135 litros com divisórias, e existe uma pessoa no WhatsApp que assume o problema. É por isso que a mesma empresa, com a mesma mercadoria, convive com taxas de ocorrência muito diferentes conforme quem faz a entrega. Na Pé de Vinhos, que transporta um dos produtos mais frágeis que existem, 100% das entregas da Grande São Paulo são feitas pela DudaExpress.
Perguntas frequentes
Por que não dá para editar a taxa de ocorrência?
Porque ela é um parâmetro nosso, apurado na operação da DudaExpress em São Paulo, e não um número que a sua empresa precisaria adivinhar. Já o volume, o valor da mercadoria e o custo de refazer a entrega mudam de empresa para empresa, e esses ficam nas suas mãos.
Como o cálculo é feito?
O valor da mercadoria somado ao custo de refazer a entrega dá o custo de uma ocorrência. Esse valor é multiplicado pelo seu volume mensal e pela nossa taxa de ocorrência. Nada além disso. O bloco "a conta, aberta" refaz a explicação a cada número que você troca.
O resultado inclui perda de cliente e de reputação?
Não. Ficou de fora justamente porque não dá para estimar isso de forma honesta para uma empresa que não conhecemos. O número na tela é o piso do prejuízo, não o teto.
Qual região a DudaExpress atende?
São Paulo capital e toda a Grande São Paulo, com frota própria de motos e baús rígidos de 135 litros. O atendimento é humano, pelo WhatsApp, de segunda a sexta das 08h às 18h.